Catálogo com metadado limpo
Cada obra cadastrada com split assinado e titularidade resolvida vale mais que cem obras soltas. É trabalho chato que ninguém quer fazer duas vezes, e por isso quem já fez não sai.
A bolsa de repertório do Brasil
Toda canção que passa pelo Yawh sai com dono, com código e com contrato. Registro, split assinado e licença antes da gravação, não depois dela.
No Brasil, uma canção chega à boca do intérprete por WhatsApp, por roda de composição ou por editora tradicional. As três rotas quebram no mesmo lugar: não sobra rastro.
Sem ISWC, o Ecad não consegue vincular a execução à obra. O dinheiro é arrecadado, existe, e fica em retenção ou vai para o titular errado.
Ninguém escreve no dia em que a música nasce, porque escrever parece desconfiança. A briga de percentual chega dois anos depois, quando já não dá para renegociar.
O artista grava, o autor descobre pelo lançamento, e a única saída que sobra é judicial.
A melodia aparece em outra gravação meses depois, e não há prova de anterioridade para sustentar a conversa.
A música é sua por enquanto, diz o produtor. Duas gravações da mesma obra saem no mesmo mês.
O intérprete e o produtor fonográfico perdem os direitos conexos que teriam para receber.
Quatro passos, do arquivo na gaveta ao contrato assinado. Tudo acontece dentro da plataforma, e é isto que você vai ver na tela.
O autor sobe letra e áudio guia. A plataforma ouve a faixa, lê a letra e sugere tom, andamento, gênero e tema. O autor confirma em um toque, em vez de encarar um formulário de quarenta campos.
Os coautores são declarados por nome e CPF, com percentual de letra e de música separados. Cada um assina pelo próprio link, sem precisar criar conta. A obra não sai do rascunho até fechar 100%.
Quem grava busca por gênero, andamento, voz alvo, tema e faixa de preço. Ouve com marca d’água, lê a letra completa e reserva a obra por um prazo curto, que a tira do marketplace.
A licença tripartite se monta a partir das regras que o autor já tinha definido. Não se negocia, se instancia. As três partes assinam eletronicamente, com trilha de auditoria completa.
Existem vitrines de composição sem editora, editoras sem vitrine e administradoras de publishing sem marketplace. Ninguém no mundo fechou o ciclo inteiro.
Cada obra cadastrada com split assinado e titularidade resolvida vale mais que cem obras soltas. É trabalho chato que ninguém quer fazer duas vezes, e por isso quem já fez não sai.
O contrato tripartite nasce das políticas que o autor definiu uma vez. É o que transforma gostei da música em transação. Copiar exige jurídico de direito autoral, não engenharia.
A licença editorial permite registrar a obra, cadastrá-la nas associações e coletar. Um concorrente sem editora só consegue ser vitrine.
Depois de mil transações, sabemos qual tema, andamento e tópico lírico está virando corte em cada nicho. Esse dado não existe em lugar nenhum hoje.
O dinheiro do direito autoral brasileiro cresceu e ficou rastreável. Obra com metadado ruim perde proporcionalmente mais do que perdia na era do rádio.
Toda canção que passa pelo Yawh sai com dono, com código e com contrato.
Você publica em cinco minutos, pelo celular. O split é assinado pelos coautores antes de qualquer pessoa ouvir.